O que o ano de 2019 reserva para a diversidade e inclusão

11/12/2018

O ano de 2018 foi um cheio de novidades para no trabalho de Diversidade e Inclusão. Algumas empresas estruturaram suas áreas internamente visando um melhor ambiente de trabalho, melhor atração e retenção dos talentos femininos. Outras, com auxílio de consultorias, tiraram seus projetos de diversidade do papel e iniciaram práticas para abrir o caminho para esse tema na organização.

Tradução Livre do texto da Revista CIO

Por: Sharon Florentine, Senior Writer, CIO

Vários grupos prevêem que a diversidade e a inclusão no local de trabalho se ampliarão em 2019 - o que é necessário, se as empresas quiserem atrair e reter funcionários. 

Chegamos na época do ano em que a caixa de entrada de cada jornalista e escritor é inundada por discursos que oferecem informações sobre o que acontecerá no próximo ano. Na área de diversidade e inclusão, alguns temas comuns surgiram, mas o fio condutor é que a maioria das organizações continuará a enfatizar "diversidade e inclusão" à medida que se engajam em mais conversas sobre garantir que as organizações representem a composição da sociedade como um todo.

No geral, vejo um pouco de esperança de que no próximo ano haja um aumento no progresso em direção à equidade e igualdade para todos.

A Workday, empresa especializada em gerenciamento de capital humano, prevê que no próximo ano, as empresas farão investimentos maiores em iniciativas que ajudem a recrutar, reter e fazer avançar as mulheres no local de trabalho. Iniciativas como aumentar o número de mulheres nos conselhos executivos, formar grupos executivos para apoiar grupos sub-representados, desenvolver programas de patrocínio, serão maximizadas em 2019.

A Workday também prevê que as conversas em torno da diversidade e da inclusão amadurecerão além do foco nos relatórios demográficos e na diversidade de gêneros (que tendem a se concentrar apenas no aumento da representação das mulheres brancas) para explorar mais plenamente as definições de diversidade.

Elaine Varelas, senior manager da Keystone Partners, dá um passo à frente e prevê que essas conversas se tornarão cada vez mais críticas para o recrutamento, retenção e a experiência do colaborador conforme as organizações reconhecem os vieses inconscientes e trabalham para erradicá-los. 

Por fim, a Workday observa que a mudança na demografia geracional leva as empresas a se adaptarem às necessidades de várias gerações de uma só vez e a enfrentar problemas como o preconceito de idade, direitos de deficiência, flexibilidade e trabalho remoto. Este não será um "bom ter", será uma "premissa" para as empresas, já que as gerações mais jovens evitarão organizações que não priorizem a diversidade e a inclusão e não estejam dispostas a trabalhar, bem, a trabalhar em torno das necessidades e demandas de suas vidas.